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A mentira tem perna curta!
Oi, no início deste mês uma pessoa identificada como Jana, foi atendida pelo Bernardo Mendes Pimentel. Eu ficaria muito grato se fosse ele, novamente, a pessoa para dar continuidade a este caso.

Ela contou uma história, onde tinha sido vítima de uma situação muito constrangedora quando estava comigo indo passar Natal e virada de ano no Rio e na Bahia. Eu seria o suposto namorado ou, no caso, ex-namorado. E que um ex ficante tentou atrapalhar este reencontro.
fazendo ligações para casa de uma parente minha, no Rio, tentando encontrá-la e se identificando como namorado dela.

Este reencontro, seria como no ano anterior, que nós tínhamos passado juntos (Natal e a virada de ano), só que desta vez ela parecia estar exausta do trabalho da Faculdade e dos problemas com a doença de um parente em casa, doença esta que existe já há alguns anos, e é realmente séria. Eu quis dar para ela a oportunidade de tirar mais uma vez férias de tudo, estando com pessoas diferentes, mas que ela já conhecia (minha família, onde ela se sentia muito bem).

Nós já havíamos namorado mais de um ano, e eu terminei oficialmente em maio do ano passado, e ela nunca aceitou bem o fim, sempre pedindo para voltar, mesmo confessando ter ficado com este mesmo ex ficante em outubro do ano passado. Acontece que como eu já disse, ela tem alguns problemas em sua casa e queria buscar atenção de todos os lados.

E quando ela estava na BA eu pedi que pegasse o ônibus de volta para casa, pois não tinha o menor clima´para passar mais nem um minuto conosco, muito menos a virada de ano. Com um grande problema para resolver, tentando me provar que tudo isso que havia acontecido foi um mau entendido, e que o ex ficante estava brincando e não sabia que chegaria a este ponto com aquele bendito telefonema, dizendo ser um namorado a uma parente minha.

Mas ela não contou para você que quando eu fiquei sabendo, através de meus pais, na BA, liguei para o ex ficante na frente dela e ele me contou até detalhes e datas como 29 de Abril/2000 quando ficaram pela primeira vez e começaram a namorar.

Nesta época eu ainda a namorava. Ela só saiu da minha casa na BA porque não conseguiu me convencer de que tudo aquilo era mentira. Para mim também não foi fácil!!! Afinal ela passaria mais de 20 horas na estrada e pegaria 2 ônibus. Mais foi tempo suficiente para ela “bolar” mais e mais mentiras absurdas.

O parente era meu e não dela como o ex ficante descobriu depois. E se você verificar na carta que ela te mandou, ela tem uma explicação absurda, dizendo que foi um amigo dele da Embratel que conseguiu o telefone do meu parente, ou fez aparecer no bina do tel do pai dele. Se é que você entende, pois até eu fiquei desacreditado.

Eu posso estar trocando as coisas, mas ela me mandou a consulta do site e me mandou uma carta também. Só que na fúria que eu me encontrava eu rasguei carta, apaguei e-mail, fiz o diabo e não me liguei nos mínimos detalhes, pois eram muito ridículos. Sendo assim, posso dizer coisas que não estavam na consulta do site, mas no final da história é tudo igual.

Na verdade ele conseguiu o telefone no Identificador de chamadas do cel. do pai dele. O pai atendeu e o ex ficante não estava perto, o recado do pai para o filho foi para ligar para o telefone que estava na memória do cel. para encontrar com a Jana. Isto é uma atitude lógica. Toda a verdade é que o EX FICANTE era o atual namorado dela e enquanto eu estava morando em outra cidade, ela estava com ele e me ligando sem parar, pedindo para que voltássemos e constituíssemos até família. É mole!!!

A mentira que ela inventou para ele é que iria ao Rio visitar parentes e prestar alguns favores para eles, e quando eu ligava ela dizia que era um primo para o tal namorado. A mentira tem perna curta. E quando ela usou a sua consulta, ela queria usar de todos os artifícios para provar que estava sendo mais uma vez vítima.

Usou também uma amiga que se identificou como mãe do tal namorado dizendo que ele não sabia o que estava fazendo e pedindo desculpas pelo filho. Sem contar um e-mail que ela criou com o nome do tal namorado dizendo que conseguiu o que muitos tentaram que era me ver sozinho. Ela queria provar de toda a forma que era armação de alguém tomando atitudes condenáveis.

Falo tudo isso com provas, pois estive falando com o tal namorado e ele me mandou os e-mails que ela mandou para ele confessando ser namorada e pedindo desculpa por tudo o que aconteceu quando eu liguei para ele da BA. Da mesma forma que ela tentou fazer comigo, me convencendo e tudo mais. Estou abismado, até agora não acredito no que aconteceu e como uma pessoa pode colocar todas as nossas famílias envolvidas nisso.

Lembra da carta que ela me mandou na mesma época da consulta? Olha o comentário que você fez ao saber através dela que ela havia trocado o nome do Remetente: “Querida Jana , crescemos ouvindo que devemos sempre dizer a verdade. Realmente, o ideal é fazer isso, ficamos em paz quando assim procedemos. No entanto, o que ocorre? Você diz ter tido medo de que ele não abrisse sua carta.... Caso ele realmente esteja fechado para a compreensão e o diálogo com você, isso servirá como "mais uma mentira sua" do ponto de vista dele (embora, saibamos que você não mentiu em momento algum nessa história)”

Estou te mandando isso não para te pedir auxílio, e sim para te mostrar que experiência de vida eu ganhei. Aceito todos os seus conselhos e comentários a respeito. Eu já tenho provas de tudo e o grande mentiroso nessa estória foi ela, e estou preocupado com a saúde mental dela, pois ter uma cabeça capaz de criar situações como esta, não pode ser normal.

Já ia esquecendo, eu ainda tenho a conta do telefone do Rio, onde tem o celular de onde ela ligou. Não precisava mais nada, só esta prova já era suficiente para desmascará-la. E ela jura que tem a consciência limpa mesmo sabendo que eu iria mandar para ela todas essas provas.

Outra coisa que eu ia esquecendo: em novembro de 1999 um amigo veio até mim me dizendo para tomar cuidado com ela pois ela havia me traído. Após este comentário, outros 10 aparecerem mostrando o caráter dela e me alertando de que ela havia me traído mesmo. Eu estava de olhos vendados e ela sabia me convencer demais.

Era verdade, e a fama dela na cidade pequena e na faculdade onde todos se conhecem é de ser a mulher mais ordinária que existe. Todos avisaram ao ex ficante ou ao tal namorado, de que ele estava entrando numa barca furada.

O que ela dizia sempre é que o pessoal da faculdade não consegue ver ninguém bem, que quer logo atrapalhar. É lamentável! Ela já tinha um passado que a condenava, e se não fosse esta falha de ligar da casa de minha parente eu não sei até onde iria nisso, mas Deus é justo! E o que aqui se faz aqui se paga!
Obrigadão mesmo, e o site de vocês continua me ajudando muito! Espero sua consulta.

J
Caro J

Recebemos a sua carta, encarando-a mais como um desabafo do que como uma consulta, propriamente dita. No entanto, entendi que você aceita algum comentário e/ou conselho a respeito de tudo o que aconteceu.

Em primeiro lugar, creio ser importante esclarecer que, aqui no consultório sentimental do vaidarcerto, partimos da premissa que as cartas têm um teor verdadeiro. Trabalhamos em cima dessa crença. Respondemos às pessoas de acordo com aquilo que elas nos escrevem. Da mesma forma, vou me referir à sua carta. Portanto, não é nosso papel atribuir a razão a esta ou àquela pessoa mas sim responder às solicitações que nos chegam.

Quanto à história, se você tem tantas provas contra ela, já deve ter claro o que quer fazer com isso. Parece-me que não está disposto mais a conversar e menos ainda a reatar o relacionamento. Creio que você deve agir de acordo com a sua consciência. Se está tranqüilo quanto à sua decisão, mantenha-a. Tomando contato com a sua história, posso dizer que compreendo o quanto é desagradável sentir-se enganado e traído. É, portanto, natural a sua raiva, seu ressentimento e indignação. A grande questão, de agora em diante, é: o que você quer realmente fazer com isso?

É bom saber que você constatou ter ganho experiência de vida. Espero que faça o melhor uso disso. Absorva toda essa experiência para crescer como ser humano e estar maduro para tantas outras situações da vida. Agora, é importante ter algo claro em mente: veja se você, de fato, fechou essa história. Refiro-me ao coração, não à cabeça. Às vezes, achamos ter cortado alguém de nossas vidas mas só o fazemos isso na cabeça, enquanto que o coração continua ligado na pessoa. Se ainda estiver, sugiro uma conversa em que vá o mais desarmado possível.

Digo a você o que recomendo a todos aqui no site ou fora dele. Preste atenção ao que fala o seu coração, contra ele não adianta brigar. Se, depois de um tempo, você ainda sentir necessidade de falar dela, de mostrar aos outros todas as provas de que dispõe, então, meu caro, ainda existe uma emoção forte.

Não sou eu – nem ninguém – que irá dizer a você o que fazer. Terá discernimento suficiente para tomar qualquer decisão desde que se considere como um todo – cabeça, corpo e sentimentos.

Espero ter podido ajudar-lhe. Muita paz e consciência.

Um abraço,

Bernardo Mendes Pimentel






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