Como mudar a vida? Mudando em primeiro lugar a si mesma.

Jael Klein Coaracy

Jael Klein Coaracy

Um dos maiores obstáculos que se colocam entre nós e nossos objetivos são velhas crenças, desbotadas, que carregamos a respeito de nós mesmos, das outras pessoas e sobre a vida.

Muita gente enxerga  o mundo através de lentes quebradas e acredita estar vendo a realidade.O fato e que e impossível ver con nitidez se as lentes dos óculos que usamos estiverem distorcidas.

Ser feliz começa com um mergulho interno

Um dos maiores obstáculos que se colocam entre nós e nossos objetivos são velhas crenças, desbotadas, que carregamos a respeito de nós mesmos, das outras pessoas e sobre a vida.

Muita gente enxerga o mundo através de lentes quebradas e acredita estar vendo a realidade. Não dá para ver com nitidez se as lentes dos óculos que usamos estiverem distorcidas

Quando acontecimentos indesejáveis se repetem em nossas vidas, a primeira providência a tomar é verificar as lentes dos óculos que estamos usando. Essas lentes representam nossas crenças!

Se acreditarmos que podemos superar dificuldades, mesmo aquelas que pensávamos insuperáveis, encontraremos os meios para isso.

Em contrapartida, se duvidamos da nossa capacidade em relação a algo, seremos dirigidos por essa crença limitante que se revelará uma autoprofecia.

Descartar o lixo emocional

 Da mesma forma como o lixo de uma casa não pode ser armazenado dentro dela, o lixo emocional também deve ser descartado.

Como a coleta seletiva do lixo material pode ser transformada em adubo, produtos reciclados e energia, nosso lixo emocional também tem potencial para gerar riquezas para nossas vidas.

Isso requer o processamento consciente do que se encontra dentro de nós, sob a forma de memórias armazenadas, medos, culpas, comportamentos que não funcionam.

A observação honesta e determinada revela mecanismos de defesa que adotamos como uma tentativa de nos defendermos de perigos imaginários. Por exemplo: uma pessoa que passou por experiências afetivas dolorosas, pode adotar uma atitude de não se envolver com ninguém emocionalmente, passando a manter uma distância afetiva dos outros. A pessoa pode não se dar conta do que está fazendo, a não ser que examine suas atitudes. Então, descobrirá que esse falso mecanismo de defesa está impedindo-a de viver um relacionamento amoroso gratificante.

Essa clareza de consciência permitirá que descarte a velha crença com que segue engessada pela vida, acreditando que aproximação afetiva é igual a perigo à vista. Assim, poderá instalar uma nova crença na possibilidade do encontro amoroso feliz.

Aceitando os riscos e escolhendo responsavelmente

Não temos controle sobre as outras pessoas, nem sobre as circunstâncias da vida.

Temos controle sobre nossas atitudes e o que decidimos fazer diante do que nos acontece.

A ideia de que o mundo não é um lugar seguro não precisa ser assustadora. A segurança possível é a que construímos dentro de nós.

Que graça teria viver em um mundo previsível em que todas as coisas fossem previsíveis?

Somos responsáveis por nossa felicidade. Felicidade que precisa ser construída, dia a dia.

Ser feliz requer uma atitude inovadora diante de velhos padrões de pensamento e comportamento.

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